Dá para controlar muito bem a pressão arterial: basta querer!

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Está semana celebramos o Dia Nacional de Preveção e Combate à Hipertensão Arterial. Em tempos de coronavírus, tudo mais parece perder importância, mas falar de hipertensão arterial é falar de uma das principais comorbidades responsáveis pela má evolução da infecção pela covid.

Segundo estudo publicado pela revista americana The Lancet, a quantidade de pessoas que sofrem de hipertensão no mundo duplicou nos últimos 40 anos, chegando à assustadora cifra de 1 bilhão, ou seja, um sétimo da população do planeta.

No Brasil, mais de 38 milhões de pessoas com 18 anos ou mais sofrem de hipertensão arterial. Entre os idosos, atinge 60%.

Mesmo dentre as pessoas que têm conhecimento da doença, 50% fazem uso de medicação, e, dessas, apenas 45% têm a pressão controlada. Estima-se que atualmente 4% das crianças e adolescentes já sejam portadoras de hipertensão arterial.

Assim, a doença se tornou responsável, direta ou indiretamente, por metade das mortes por doenças cardiovasculares, aproximadamente 200 mil todos os anos no Brasil. A hipertensão causa anualmente a morte de 9,4 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

A hipertensão arterial está presente em 80% dos atestados de óbito de pacientes que morreram de AVC (acidente vascular cerebral) e em 50% dos de ataque cardíaco. Demais, não é? Sobretudo se consideramos que essa é uma doença evitável.

Evitável porque ainda que a causa não possa ser removida, a medicação é atualmente muito eficaz, com posologia cômoda (na maioria das vezes apenas uma vez ao dia), com pouco ou nenhum (maioria das vezes) efeito colateral (se houver basta que seu médico realize a troca, uma vez que o arsenal terapêutico atualmente é bastante vasto) e a grande maioria disponíveis na rede pública. Também atualmente existem maneiras bem eficientes de controle e de avaliação da eficiência da medicação instituída.

Quais são as causas?

O tipo mais comum de hipertensão arterial é a chamada hipertensão primária ou essencial e responde por mais de 90% dos casos. É assim chamada porque surge sem causa conhecida ou que possa ser esclarecida. Uma perda de elasticidade das artérias, tornando-as mais rígidas, está muitas vezes presente, mas não se tem clareza do porquê isso ocorre.

Fatores de risco para esta hipertensão são identificados, mas não podem sozinhos ser responsabilizados pela doença.

Dentre eles:

  • Sabidamente pessoas com pelo menos um parente de primeiro grau hipertenso tem o dobro de chances de desenvolver pressão alta, embora vícios de avaliação possam estar presentes (porque as pessoas podem ter não só em comum a mesma herança genética, mas também o mesmo ambiente/estilo de vida e a mesma alimentação).

  • A incidência da doença em afrodescendentes também é marcadamente maior, embora esta avaliação também possa sofrer interferência sócio-ambiental.

O papel do sal

Vale a pena falar um pouco de um hábito que tem bastante peso na gênese da hipertensão: o uso excessivo de sal.

Mesmo vital para nossas vidas e inspiração para poesia romântica de Khalil Gibran ao dizer: "Deve existir algo estranhamente sagrado no sal: está em nossas lágrimas e no mar", os números mostram que o brasileiro consome mais que o dobro (quase 12 gramas) da quantidade de sal recomendada pela OMS, que é de 5 gramas de sal por dia, ou uma colher de chá.

Segundo estudo publicado na revista Nutrire em 2014, somente os países asiáticos têm consumo de sódio maior que o Brasil.

Entretanto, reduzir a quantidade de sódio na dieta não é tarefa simples, visto que a maior parte da sua ingestão advém de produtos industrializados o que torna a adição intencional desaconselhada.

 


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